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    O que fazer quando o síndico renúncia?

    O síndico renunciou, e agora?

    Pode acontecer, em caso de problemas particulares ou muitos aborrecimentos durante a gestão do condomínio, que o síndico conclua que o melhor a fazer é renunciar seu cargo.

    1. Informando a renúncia

    O síndico em atuação deve redigir uma carta simples dirigida à administradora ou conselho do condomínio. A carta deve informar a decisão da renúncia, bem como solicitar a convocação de uma assembleia geral extraordinária para que seja eleito um novo síndico.

    Abaixo segue uma sugestão de modelo de carta de renúncia do síndico:

    Para Administradora ou
    Aos membros do Conselho Administrativo do Condomínio (nome do condomínio)

    Através desta carta comunico que, em caráter irrevogável, eu (colocar seu nome), renuncio ao cargo de síndico do condomínio supracitado (ou pode-se colocar o nome do condomínio), permanecendo no posto até a data de (dia/mês/ano).

    Peço providências para a convocação de Assembleia Geral Extraordinária, cuja pauta seja a eleição de novo síndico e a prestação de contas do condomínio.

    Agradeço a colaboração de todos durante o período em que estive na posição de síndico e permaneço à disposição para qualquer esclarecimento necessário.

    Atenciosamente.
    Seu nome (colocar seu nome e assinar)

    2. Comunicação aos condôminos

    Depois de receber a carta de renúncia do síndico, o conselho deve transmiti-la aos moradores com o intuito de circular a informação sobre a decisão do síndico.

    3. Assembleia Geral Extraordinária

    Com a oficialização da renúncia do síndico, agora cabe à administradora ou conselho a convocação da assembleia para eleição de novo síndico. Lembrando que nesta assembleia deverá ser realizada uma prestação de contas do condomínio, bem como a entrega de todos os documentos para evitar problemas entre o síndico que está renunciando e aquele que irá assumir seu cargo.

    4. Subsíndico

    Se o condomínio em questão possui subsíndico, este poderá substituir o síndico em caso de renúncia ou falecimento, caso esteja previsto no regimento interno ou na convenção do condomínio. O subsíndico poderá assumir o cargo até o fim do mandato ou até a data da nova eleição em assembleia.


    5. “Mandato tampão”

    Se no condomínio não existir a figura do subsíndico, é na assembleia que deve ser decidido se será eleito um novo síndico com “mandato tampão”, ou seja, que dê continuidade ao mandato até o término, ou se será eleito um novo síndico com mandato regular.

    6. Permanência no cargo

    O síndico que está solicitando a renúncia deve permanecer no cargo até a decisão da assembleia sobre o novo síndico.

    7. Síndico profissional

    A contratação de síndicos profissionais vem se tornando cada vez mais comum entre os condomínios, visto que faltam moradores dispostos a assumir o cargo de síndico. Este pode ser um caminho, caso os condôminos estejam de comum acordo para a contratação.

    A renúncia de um síndico trata-se de um processo muito simples, porém necessita de alguns cuidados, pois dependendo do tamanho do condomínio pode ser uma condução mais demorada e a escolha do novo síndico ser um pouco mais complicada.


    Fonte: Vida de sindico

    Cuidados com as plantas no inverno

    A chegada do frio intenso nos obriga a pensar em métodos específicos para o cuidado com as plantas no inverno, seja dentro dos apartamentos ou nas áreas comuns, como jardins e pátios. É importante ressaltar que manter os hábitos de cuidados adotados no verão podem ser letais às plantas no inverno.

    Como medida de sobrevivência, as plantas se modificam para preservar seu funcionamento na temporada gelada:

    •A queda de folhas é estratégica: o objetivo é reduzir a transpiração foliar, o que preserva a água no interior da planta. Prepare-se para varrer muitas folhas caídas ao chão.

    •Com a redução do volume interno de água a planta resiste melhor ao inverno. Sendo assim, vale a pena reduzir a frequência de regas, ou a planta poderá morrer “afogada”.

    •As plantas vão crescer mais lentamente. Vale a pena reduzir a quantidade de podas, o que reduz custos, também.

    Quem também fica mais lento e preguiçoso no inverno são os fungos e pragas. Isso significa que o inverno é uma ótima oportunidade para reforçar o combate aos agentes danosos. Há grandes chances de eliminação total, dado que estão enfraquecidos com o frio.

    Como cuidar das plantas dentro de casa?

    As plantas internas podem sofrer bastante no inverno. É importante evitar deixá-las expostas em sacadas e janelas quando o tempo estiver muito frio; especialmente quando ocorrerem geadas. O frio intenso pode queimar completamente a planta. Mas cuidado: ao retirar sua planta da exposição ao clima externo você pode acabar privando-a da luz do sol. Prefira alternar os momentos de recolhimento e de exposição. O ideal é tomar sol pela manhã e recolher o vegetal na parte da tarde.

    Como há perda de folhas e crescimento reduzido, é importante podar galhos e folhas secos, doentes ou com aspecto não saudável. E como já falamos, não exagere na rega; a dica é tocar a terra no vaso e verificar se está muito úmida, ou não. Se estiver, regue com ⅔ da água que geralmente é usada. Se estiver úmida, evite regar para não hidratar a terra em excesso, o que pode trazer fungos.

    Outra dica importante é o uso de adubos orgânicos; eles são mais propícios para o inverno. Vale a pena também consultar um botânico especializado e comprar produtos adequados a cada espécie para esta época do ano; toda floricultura tem um botânico de prontidão para lhe ajudar.

    Como cuidar das plantas nas áreas comuns do condomínio?

    Para condomínios de alto padrão, pode-se avaliar a mudança completa das plantas no inverno. Existem diversas espécies de vegetais que são típicos de tempo frios. Elas vão exigir uma adubagem especial, além de poda e rega em ritmos diferenciados. Essa mudança pode trazer um aspecto de renovação ao condomínio, além de dar um toque de elegância e estilo únicos.

    Para condomínios com orçamento mais controlado, o ideal é optar por plantas que resistam bem o ano inteiro, principalmente folhagens e arbustos. Árvores de médio e grande porte também resistem bem e exigem pouca manutenção, mas tendem a perder muitas folhas, o que exige uma limpeza mais constante.

    Será necessário, no entanto, atentar-se aos detalhes descritos anteriormente:

    •Regar e podar menos frequentemente;

    •Aproveitar para lutar com mais afinco contra fungos e pragas;

    •Usar adubos orgânicos;

    •Buscar a opinião de um botânico especialista para verificar as necessidades de cada espécie de planta.

    Mas de uma forma geral, existe um tipo de planta que é presente em praticamente todo condomínio: a grama. Ela é simples de cuidar, mas pode sofrer muito com geadas e com o tempo seco.

    Muita gente acha que a melhor solução é apenas cobrir a grama com terra. Esta prática só é indicada quando há ameaça de geadas, e precisa ser feita com muito cuidado. Do contrário, não faça isso! A terra pode sufocar a grama, além de trazer doenças que podem se desenvolver na primavera. Prefira arejar a grama com garfo de jardim, realizando furos na terra. Em seguida, cubra a grama com areia. Mas atenção: peça a orientação de um botânico ou jardineiro para realizar a cobertura da forma correta.

    Com estas dicas você pode garantir que as plantas no inverno sejam tão belas quanto no verão.

    Fonte: Vida de sindico

    Você vai se mudar de condomínio, e agora?

    Todos os condôminos se mudam pelo menos uma vez na vida, e esse momento de transição requer planejamento para que seja bem mais agradável e sem transtornos tanto para quem está de mudança quanto para os antigos e novos vizinhos. Antes de empacotar as coisas e contratar uma empresa de mudança, ou de colocar tudo no carro, é muito importante que o morador tome alguns cuidados para agir de acordo com as normas que o Regimento Interno prevê, como o horário permitido e os elevadores que podem ser utilizados. Na maioria dos condomínios, o horário para mudanças é de 8 às 18h nos dias úteis e, nos sábados, apenas pela manhã, sendo proibida a retirada de móveis e caixas aos domingos e feriados.

    O síndico, por exemplo, deve ser avisado com antecedência do horário em que os moradores vão se mudar para que gerencie os espaços, agende o período para evitar que tenha mais de uma mudança ao mesmo tempo e também não deixe a segurança ser comprometida. No caso de uma empresa ser contratada para remover os objetos, tanto o nome da empresa quanto de seus funcionários e as placas dos veículos precisam ser registrados. Uma dica é, antes de contratar uma empresa especializada, checar sua idoneidade junto ao Procon de sua cidade e com quem já utilizou os serviços. E, para os síndicos, é uma boa ideia preparar uma lista de checklist para oferecer aos antigos e novos moradores, com todas as instruções necessárias para o dia da mudança, além de designar um funcionário para acompanhar tudo.

    Outra preocupação deve ser com a conservação das áreas comuns, e os condôminos que estão se mudando precisam estar atentos ao transporte de seus pertences para que nenhum espaço seja danificado, porque conforme o que for previsto no Regimento, os moradores podem ser responsabilizados pelos danos, principalmente quando envolver o içamento de móveis que não possam ser deslocados internamente. Os elevadores de serviço são destinados às mudanças, desde que seja respeitado o limite de peso, e quando houver apenas o elevador social, o síndico ficará atento à sua utilização para revestir o equipamento e evitar amassados e arranhões, e ainda para que não prejudique ou incomode os demais moradores. O descarte correto do que sobrou da mudança, como caixas de papelão e resíduos, é outro fator que merece a atenção dos condôminos, assim como o barulho durante o processo ao montar, desmontar ou arrastar móveis e transitar com eles pelas áreas comuns dos prédios.

    Para evitar maiores problemas, os moradores devem exigir documentos específicos, listados no Regimento, para que a empresa contratada realize a mudança, como um Termo de Responsabilidade e a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). Tomando todos esses cuidados, o processo de mudança, que normalmente representa um momento importante e o início de uma nova fase para os condôminos, será tranquilo, positivo e muito mais seguro para todos.

    Fonte: Nextin

    Valorização do imóvel: o proprietário e o condomínio se beneficiam

    O sonho de todo proprietário de uma casa ou apartamento é ver seu imóvel se valorizando mais a cada ano, e muitas melhorias e atitudes podem ser realizadas para que o valor dele seja elevado nesse mercado imobiliário aquecido, não só para quem pretende ter lucro com o imóvel, mas para todos que podem um dia ter que comprá-lo. O primeiro ponto a que se deve ficar atento é a manutenção das unidades, fator essencial quando o assunto é compra, venda e valorização. Estima-se que uma boa reforma valoriza em até 20% um imóvel residencial por ser um sinônimo de melhoria, de espaços mais modernos e da atualização da estrutura física dos ambientes.

    A mobília também é um quesito que faz toda a diferença para um imóvel ganhar destaque frente aos demais que estão disponíveis para os compradores e locatários, assim como revestimentos e tubulações de qualidade. Atualmente, a preocupação com a sustentabilidade tem grande peso na escolha, sendo que as pessoas estão optando por locais que possuem recursos para a economia de água e energia. Tudo isso influencia diretamente a decisão porque dá a possibilidade da pessoa que está buscando um apartamento ou casa de se mudar imediatamente, sem precisar realizar reparos.

    Toda melhoria agrega valor a um imóvel, é um investimento que contribui para o fechamento de ótimos negócios, e até a decoração é um ponto que conta a favor, bem como a preocupação com a divisão otimizada dos espaços. Em contrapartida, um local com problemas na pintura, nas instalações elétricas e hidráulicas, infiltrações ou quaisquer outros problemas denotam uma defasagem no valor do imóvel, além de ser prejudicial para todos os envolvidos.

    Outro ponto de atenção quando se pensa nesse tema é a valorização do próprio condomínio, diretamente relacionada ao imóvel. A manutenção preventiva e a conservação interna e externa do local é muito relevante, e influencia no preço de compra e venda, além da localização e das questões relacionadas à segurança e infraestrutura, como nas áreas de lazer, nos elevadores, nas vagas de garagem, na fachada e na área verde/jardins. Quando um prédio oferece diversas facilidades para os seus moradores, esses itens contribuem para a desvalorização ou valorização de todas as unidades. Uma simples pintura para revitalizar a fachada, a troca de gradis, o plantio de flores e a instalação de câmeras são ações positivas para todos, tanto no que diz respeito à convivência quanto aos rendimentos e lucros das negociações. É fundamental ressaltar que todas as obras, tanto dentro das unidades quanto nos espaços comuns, precisam estar de acordo com as normas da ABNT e com o Regimento Interno, e tudo deve ser fiscalizado pelo síndico e pelo zelador do condomínio, tendo as devidas licenças e alvarás exigidos por lei.

    Fonte: Nextin

    Reduzir custos no condomínio: uma responsabilidade de todos

    Todo condomínio tem um síndico para gerenciar o dia a dia do local, mas existem questões que não podem ficar somente sob a responsabilidade dele, como a economia de recursos e custos, por ser um assunto que beneficia todos os moradores, sem falar na preservação do meio ambiente.

    Cortar gastos no condomínio vai resultar em uma taxa condominial mais baixa, então o síndico pode tomar atitudes conscientes que beneficiem a todos, e os próprios moradores também podem sugerir mudanças, como:

    Água e piscinas

    Despesas com água podem chegar a 15% do gasto do condomínio. Por isso, é fundamental que o síndico fique atento a qualquer vazamento que possa ocorrer. Vassouras e panos devem substituir o uso da mangueira na hora de limpar áreas comuns e calçadas. Além disso, nem toda área comum precisa de limpeza diária.

    Iluminação

    Instalar sensores de presença nas áreas comuns e substituir as lâmpadas atuais por modelos mais econômicos, além de verificar se as luzes das áreas comuns estão desligadas após o horário de encerramento das atividades também é importante.

    Folha de pagamento

    Salários, férias, folgas, horas extras, 13º salário, INSS, FGTS, PIS, vale transporte e dissídio anual podem representar até 65% dos custos do condomínio. Por isso, o síndico deve otimizar as funções dos colaboradores, mas sem provocar acúmulo de função ou gasto com horas extra.

    Manutenção de equipamentos

    Fazer manutenção correta de todos os equipamentos do prédio evita gastos desnecessários com conserto. Condomínios mais antigos precisam ficar ainda mais atentos nesse aspecto, uma vez que todos esses equipamentos têm um tempo de uso: mais cedo ou mais tarde eles precisarão ser substituídos, e substituir peças e rever os contratos de manutenção são bons caminhos para reduzir custos nessa área.

    Combater a inadimplência

    Quando um condômino não paga a taxa de condomínio, os demais condôminos terão que preencher essa lacuna, ou seja, quando há um problema grave de inadimplência em um condomínio, a taxa precisará subir para os que estão com as contas em dia. Por isso, é fundamental que a inadimplência seja combatida para conseguir diminuir a taxa condominial, desse modo, não haverá buracos na prestação de contas do condomínio.

    Fonte: Nextin

    Pastilha na fachada do prédio: recuperar ou trocar revestimento?

    Um dos processos mais complexos que os síndicos enfrentam está na recuperação de fachadas com revestimentos em pastilhas e cerâmicas.

    De acordo com o técnico em edificações e especialista Ivan Martinez, se houver necessidade de tratar trincas ou reboco solto neste tipo de superfície, “a restauração do revestimento terá que ser feita por ‘panos’ e não somente no local afetado, com vistas a garantir boa aparência final. A mão de obra tem que ser especializada para cada tipo de material e, ao se passar o tempo, alguns deles poderão não ser mais encontrados no mercado”.

    Uma das tendências é a remoção do acabamento antigo (caso do Edifício da Roma) ou a aplicação de um novo material sobre o original. Nesse sentido, uma das soluções mais controversas está na aplicação de textura sobre pastilha. Será que cola?

    Para o engenheiro civil Marcus Vinícius Fernandes Grossi, há riscos de um mau resultado. Ele argumenta: A pastilha é irregular e muito lisa. Poderão ficar espaços sem preenchimento e mal aderidos na região sobre a pastilha, provocando descolamentos.

    O engenheiro civil Vítor Loureiro afirma, por sua vez, que a solução tem sido demandada pelos condomínios por uma questão de custo e benefício. Porém, há todo um processo a ser aplicado para que os resultados finais estejam de acordo com as expectativas do cliente e com o prazo de cinco anos de garantia dado pelo prestador. Em primeiro lugar, o condomínio deverá contratar uma empresa idônea, capacitada e se certificar do uso de materiais de qualidade, diz o engenheiro. E na execução dos serviços, exigir que a contratada faça antes “um bom teste de percussão, retire as pastilhas dos pontos onde não há mais aderência, realize o preenchimento desses vazios, use argamassa colante com propriedade de aderência maior e, ao final, aplique a textura”. Segundo Vitor Loureiro, todo esse trabalho poderá ficar comprometido se houver futuras afixações ou instalações na fachada por iniciativa dos moradores. “Por exemplo, a instalação de telas de proteções nas janelas cria pontos vulneráveis de infiltração e expansão do revestimento, provocando seu descolamento.”

    Outro engenheiro civil, Paulo Maccaferri, pondera, de seu lado, que nessas soluções o risco maior provém do descolamento inicial do revestimento antigo (no caso, a pastilha) e não do novo (a textura). Segundo ele, é impraticável dar garantia sobre um trabalho anterior, executado por outro técnico, em outro tempo. “Se abrir uma fissura na pastilha, a água vai percolar e levar a textura embora.” Assim, torna-se indispensável ter antes “um mapeamento da fachada para garantir que a pastilha esteja muito bem aderida”. “De qualquer forma, cada fachada tem sua particularidade, como a posição em relação ao sol, ventilação, efeitos da fuligem etc.”, observa Paulo Maccaferri, destacando que a solução que se aplica a uma nem sempre ‘cola’ em outra fachada.

    Por fim, o engenheiro civil Kleber José Berlando Martins, presidente da Aspejudi (Associação de Peritos Judiciais, Árbitros, Conciliadores e Mediadores de Minas Gerais) e membro efetivo do Ibape-MG, observa que obras de restauração e/ou retrofit devem atender hoje aos parâmetros estabelecidos pela ABNT NBR 15. 575/2013, norma de desempenho da Associação Brasileira de Normas Técnicas, incluindo os materiais da fachada.

    Fonte: direcionalcondominios.com.br

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