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    TEM SEMPRE UM EVENTO ACONTECENDO NA ÁREA DE CONDOMÍNIOS E AQUI VOCÊ FICA POR DENTRO DE TODOS

    Como ter a manutenção do seu apartamento em dia?

    Como não poderia deixar de ser, é preciso manter o hábito de investir nos cuidados com o seu imóvel, principalmente porque um problema adiado pode trazer grandes dores de cabeça.

    A manutenção é necessária para qualquer tipo de residência, e deve ser programada periodicamente para que a sua casa esteja sempre em ordem.

    Por isso, é importante que você possua bons contatos ou consiga indicações de serviços como os de uma empresa de manutenção de ar condicionado, que vão auxiliar nos cuidados com o seu apartamento.

    Para ajudar na montagem de um cronograma de manutenção preventiva, este artigo traz informações a respeito desse tema, ajudando na identificação de possíveis problemas na sua casa.


    Manutenção das instalações hidráulica

    As instalações hidráulicas na sua casa estão funcionando bem? A maneira mais fácil de identificar problemas é com a visualização de vazamentos, que podem ser vistos na sua pia de inox ou nas descargas da casa.

    Porém, essa não é a única preocupação que se deve ter em relação aos encanamentos do seu apartamento.

    Por isso, é sempre indicado agendar uma revisão integral do sistema hidráulico da sua casa, para que possíveis problemas que estão ocultos possam ser identificados e solucionados sem comprometer a estrutura do imóvel.

    Assim, além de evitar que o piso ou armários da casa estejam sempre molhados, você também colhe benefícios com a redução da conta de água do seu apartamento.


    Manutenção dos ralos

    Ainda em relação ao sistema hidráulico do imóvel, é de grande importância analisar os ralos presentes na residência.

    Afinal, com o uso constante da casa, é comum que ocorra o acúmulo de resíduos em consequência da rotina diária, que podem resultar no entupimento dos ralos.

    Uma dica que pode ajudar nesse sentido é posicionar as tampas específicas de retenção de sujeira, que conseguem evitar que diferentes elementos entrem pela tubulação e prejudiquem a saída de água.

    Além disso, é preciso realizar uma limpeza mais profunda regularmente para retirada de resíduos, garantindo o perfeito funcionamento dos ralos.


    Manutenção das instalações elétricas

    As instalações elétricas do seu apartamento também precisam ser analisadas para evitar problemas de grandes proporções.

    Isso porque com o desgaste natural da fiação, podem surgir curtos-circuitos ou outros problemas de energia que danificam os seus eletrodomésticos.

    Nesse sentido, é sempre indicado buscar por empresas de instalações elétricas para uma revisão completa da fiação, que poderá encontrar os defeitos presentes na rede.

    Desse modo, ao identificar a necessidade de substituição dos fios, isso será feito de modo seguro e por profissionais devidamente habilitados para o serviço.


    Manutenção contra umidade e infiltrações

    Um dos grandes inimigos de qualquer imóvel é a umidade, já que o excesso desse problema pode resultar em infiltrações nas paredes ou pisos do seu apartamento.

    Além de garantir que a ventilação seja constante dentro da residência, é necessário avaliar as superfícies da sua casa, para verificar se não há pontos de vazamento nos cômodos.

    Apesar de parecerem defeitos inofensivos a princípio, as infiltrações podem trazer grandes transtornos para o seu imóvel, causando rachaduras e auxiliando na formação de mofo.

    Por isso, ao identificar umidade em um dos ambientes da casa, é importante solicitar que um profissional qualificado solucione o problema, podendo reformar a parede ou teto com um serviço de gesso posteriormente.

    Desse modo, o seu apartamento fica livre de problemas estruturais, mantendo as paredes e pisos em perfeito estado de conservação.


    As vantagens da manutenção preventiva

    Realizar a manutenção preventiva do seu imóvel é a melhor maneira de garantir o funcionamento adequado da casa.

    Além disso, ela oferece uma série de vantagens, tais como:

    • Reduzir os custos com reformas;
    • Evitar que surjam problemas de estrutura;
    • Prevenir a pane das instalações;
    • Garantir o bom funcionamento do imóvel em geral.

    A manutenção preventiva visa reduzir os custos com reforma, justamente porque ao solucionar um pequeno defeito, você consegue impedir que ele vire um problema maior.

    Além disso, ao identificar um vazamento, é possível evitar transtornos na estrutura do imóvel, que podem comprometer a integridade das paredes do seu apartamento.

    Outra vantagem é que a manutenção preventiva evita panes nas suas instalações, de modo que você pode se programar para uma revisão sem prejudicar a rotina do seu lar. Com isso, você garante o bom funcionamento da residência e garante uma vida útil maior para o imóvel.

    Fonte: Viva o condomínio

    Manutenção de portão automático: é a hora de fazer?

    A manutenção de portões automáticos é um assunto que normalmente só é tratado no pior momento possível: quando o portão para de funcionar. A comodidade do acionamento automático faz com que haja uma despreocupação excessiva, que em muitos casos pode realmente culminar com uma pane completa.

    A seguir veremos alguns pontos que podem ser observados periodicamente, em residências ou condomínios que contém com portões motorizados.

    Não force o motor

    Uma parte significativa dos problemas que ocorrem com portões automáticos diz respeito a um esforço excessivo realizado pelo motor, que pode decorrer de uma série de fatores. Primeiramente, o sistema de movimentação do portão, seja ele basculante, deslizante ou até mesmo pivotante (menos comum), deve estar sempre bem lubrificado. Lubrificação inadequada do sistema de movimentação pode culminar na necessidade de um maior esforço em sua abertura, o que pode resultar em uma falha.

    Recomenda-se que periodicamente o motor seja desligado e liberado para acionamento manual. Assim, é mais fácil avaliar o esforço necessário para que seja aberto e fechado.

    Se o portão for deslizante, é uma ótima oportunidade para conferir se está bem alinhado no trilho, se as rodas estão funcionando adequadamente (às vezes pode ser necessária a troca de rolamentos além da lubrificação), e se o portão trava ou desliza com maior dificuldade em qualquer trecho do percurso.

    No caso de um portão basculante, o acionamento manual permite avaliar, além da adequada lubrificação, o correto balanceamento do portão. Um portão basculante que não esteja adequadamente balanceado está mais propenso a falhas e defeitos recorrentes.

    Os portões pivotantes, que abrem de forma parecida a uma porta, são menos recomendados para condomínios que façam uso excessivo dos portões, pois o uso constante tende a tirar esse tipo de portão do seu prumo, dificultando a abertura e podendo resultar em falha.

    Teste do curso

    Observe se os sensores ou a programação de curso da abertura do portão estão adequados. Normalmente, os portões contam com sensores que indicam quando o portão terminou de abrir ou fechar. A duração do curso também pode ser programada durante a instalação do portão.

    Se existe algum problema com os sensores de curso ou com a programação do portão, ele pode continuar fazendo um esforço desnecessário e excessivo, mesmo depois que o portão não esteja mais se movimentando. É importante observar se a duração do acionamento do motor está adequada ao movimento necessário e, caso não esteja, uma manutenção deve ser realizada.

    Conheça as especificações

    Conhecer as especificações do motor de seu portão é fundamental, e muitos condomínios ignoram por completo essa importante informação. Cada motor tem uma potência que o torna adequado para certos pesos de portões, e uma durabilidade que permitirá certo número de aberturas e fechamentos em sua vida útil.

    Acompanhar esse ciclo de vida do motor e realizar estimativas que apontem quanto tempo o portão pode operar antes que seja necessária uma manutenção, é uma forma de mantê-lo funcionando por mais tempo.

    Fonte: Ohub

    Confira os tipos de garantias de locação

    Quando se trata de locação, querer não é poder. O futuro inquilino precisa comprovar ao proprietário do imóvel que conseguirá pagar os aluguéis em dia. Geralmente o contrato é de um ano, com previsão de multa caso seja quebrado antes do tempo por uma das partes. Abaixo, os principais tipos de garantias que o locatário pode apresentar.

    Fiador

    A mais antiga e popular forma de garantia: é uma pessoa capaz (com condição financeira comprovada) de assumir as obrigações, caso o aluguel não seja pago. O fiador entra no contrato geralmente colocando como garantia um imóvel próprio. E a renda mensal dele precisa ser de três vezes ou mais o valor mensal do aluguel.

    Embora o locatário possa colocar qualquer pessoa como fiador, dificilmente alguém que não é da família aceita tamanha responsabilidade. Afinal, se nenhum dos dois honrarem os pagamentos, o imóvel do fiador é penhorado.

    Caução

    É o pagamento antecipado de um valor, geralmente o montante relativo a três meses de aluguel. Segundo o Procon-SP, o correto é que a quantia seja depositada em caderneta de poupança e restituída ao locatário ao término da locação, acrescida de juros e correção monetária do período. Se houver algum débito pendente, o locador poderá descontar do valor a ser restituído.

    Também é possível listar bens do locatário em garantia, como carro ou outro imóvel. Caso isso ocorra, é necessário registrar no Cartório de Títulos e Documentos ou de Imóveis que o bem está comprometido naquele período.

    Seguro fiança

    Forma pouco usada, consiste na compra de uma apólice de seguro, igual a de carro. A pessoa paga (o montante vai depender do tipo de cobertura, quantos aluguéis cobre e o valor deles) e garante ao proprietário o recebimento em dia dos alugueis, caso deixe de pagar.

    Esse tipo de garantia costuma ser o último recurso do locatário, já que, além do aluguel, ele terá mais um custo mensal com as parcelas do seguro.

    Fonte: Revista Zap Imóveis

    Você sabe como deve ser feita a manutenção de áreas verdes?

    No entanto, é preciso investir tempo e cuidado para manter as plantas em bom estado. Por isso, esse procedimento deve ser feito de maneira permanente e por profissionais que tenham conhecimento técnico em jardinagem. Você está interessado em saber mais sobre o assunto? Neste post, explicaremos algumas dicas que ajudarão a manter as áreas verdes em bom estado e detalharemos a importância de contar com profissionais especializados para realizar o trabalho de maneira eficiente. Acompanhe a seguir!


    Como fazer a manutenção das áreas verdes?


    Podar as plantas

    A poda faz referência ao ato de tirar parte das plantas, como ramos ou braços inúteis. Esse hábito favorece o crescimento delas e, apesar da importância dessa prática, é necessário ter cuidado, pois, quando é feita de maneira inadequada pode até matar a planta.


    Adubar o solo

    Essa prática é extremamente importante, pois, se a terra não estiver adubada, as mudas podem não desenvolver da melhor forma. Dessa maneira, é essencial corrigir o terreno com a utilização de produtos, orgânicos ou outros elementos químicos com o intuito de melhorar as características do solo.


    Manejar as plantas daninhas

    As plantas daninhas podem prejudicar o crescimento fértil de outras plantas. Além de danificar as flores e as plantações, elas também apresentam aspectos negativos na parte visual. Essa situação se complica quando elas crescem rapidamente e se proliferam. Nessas ocasiões, se não houver manejo e limpeza, todo o jardim poderá ser prejudicado.


    Controlar as pragas

    Se trata de um dos pontos mais importantes na manutenção das áreas verdes. No entanto, esse procedimento deve ser feito com muita atenção, já que para fazer o controle das pragas é necessário usar pesticidas ou inseticidas — pelo fato de contar com materiais tóxicos, o ideal é terceirizar essa atividade.


    Fazer irrigação

    Esse procedimento é fundamental quando chove pouco em uma determinada região. Porém, a frequência e quantidade de água dependem de cada espécie escolhida. Dessa maneira, essa tarefa também deve ser conduzida por especialistas, pois, eles são capazes de determinar quais são as melhores práticas para o jardim.


    Qual a importância de contar com profissionais especializados?

    Não há muitos segredos para ter áreas verdes bonitas e funcionais: é necessário ter bastante cuidado e entender quais são as melhores práticas na conservação da área verde. Caso contrate profissionais especializados no assunto, você não terá muito trabalho e a paisagem ficará mais bem-apresentada, em ótimo estado de conservação e bem cuidada.

    A manutenção de áreas verdes é um procedimento fundamental para preservar a vegetação presente e manter uma boa paisagem no local. Embora esse procedimento não seja tão fácil quanto parece, com a contratação de profissionais especializados você não precisará se preocupar com essa tarefa e terá a garantia de um espaço bonito e bem cuidado.

    Fonte: Adilis

    O condomínio pode proibir que meu cachorro circule nas áreas comuns?

    Inúmeros são os questionamentos sobre os animais nos condomínios, os quais muitas vezes propiciam fortes inimizades e antipatias no ambiente. Veremos que o importante é saber se o animal oferece risco à saúde, sossego ou segurança dos moradores no condomínio, e não outros aspectos.

    Isto é, se sua convenção ou assembleia só permite animais de pequeno porte, ela está errada. O tamanho do bicho não nos deve levar a concluir que ele prejudica a saúde, sossego ou segurança, razão pela qual, neste caso, a convenção ou deliberação de uma assembleia pode ser revista pelo Poder Judiciário. Tampouco pode o regimento interno ou a assembleia proibir que você tenha um animal no seu apartamento, pois é seu o direito de propriedade sobre a unidade, podendo usá-la, desde que não prejudique os vizinhos. É o que o Superior Tribunal de Justiça já
    pacificou: condomínios não podem proibir animais de estimação em casa.

    Carregar no colo também é medida desarrazoada: imaginemos um animal de grande porte cujo dono é um idoso. Claramente este indivíduo não terá condições de circular com seu animal no colo, o que demonstra que a decisão de assembleia que o obrigue a tanto é anulável pelo Judiciário, bastando contratar um advogado que ingresse com ação para anular a deliberação da assembleia.

    Já no tocante à proibição de circulação dos animais nas áreas comuns, que é o que se vê rotineiramente nos prédios, o entendimento é o mesmo: não se deve proibir, mas regulamentar, tanto a passagem quanto a permanência do animal nessas áreas de uso coletivo. A regulamentação persegue a máxima que já citamos: analisa- se o risco que o animal deve causar à saúde, segurança e sossego, para então restringirmos o direito.

    Nesse sentido, correto está o Código de Proteção e Bem-Estar Animal do Município de Guarulhos, aprovado em de 09 de julho de 2020, que veda a proibição da permanência ou circulação de animais domésticos nos condomínios residenciais, estabelecendo que:

    Título II – Seção III – Art. 19. Nos condomínios residenciais do Município, caberá à administração condominial ou ao síndico definir, em assembleia de moradores, as regras de permanência e circulação de animais domésticos de pequeno porte, bem como as obrigações dos proprietários quanto à limpeza dos dejetos, à saúde dos animais, às normas de condução adequada e aos horários permitidos de circulação nas áreas comuns, ficando vedada a proibição.

    Na cidade de São Paulo, sobre o uso da focinheira ou enforcador, a Lei 11.531/03 disciplina, no Estado de São Paulo, o uso somente por cães das raças “pit bull”, “rottweiller” e “mastim napolitano”, ao serem conduzidas em vias públicas,
    logradouros ou locais de acesso público. E sobre a coleira, o §2º determina que o dono do animal deve mantê-lo em condição tal que inviabilize que o animal escape e cause dano a alguém, podendo-se fazer uso da força policial para que a norma seja respeitada.

    Por fim, eventual risco causado pelo animal será de responsabilidade do seu dono, tanto para uma indenização civil, a quem foi prejudicado, quanto criminalmente.

    Fonte: Viva o condomínio

    Como organizar as vagas de estacionamento reservadas à pessoa com deficiência?

    Antes de esclarecermos as principais dúvidas do síndicos sobre esse assunto, vamos falar um pouco da lei que embasa o estatuto e explica o conceito de acessibilidade e quais as suas implicações na sociedade.

    O que diz a Lei 

    O Artigo 3º, inciso I, do Estatuto (Lei Federal nº 13.146/2015)  tem o propósito de garantir o acesso seguro e autônomo em espaços públicos e privados das pessoas com mobilidade reduzida ou algum tipo de deficiência. Portanto, o conceito de acessibilidade é definido como:  

    • Possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida;

        Os artigos 2º e 3º, IX do Estatuto, traz as definições das pessoas portadoras de deficiência e com mobilidade reduzida:    Art. 2º – Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Art. 3º, IX, – pessoa com mobilidade reduzida: aquela que tenha, por qualquer motivo, dificuldade de movimentação, permanente ou temporária, gerando redução efetiva da mobilidade, da flexibilidade, da coordenação motora ou da percepção, incluindo idoso, gestante, lactante, pessoa com criança de colo e obeso.   Com o Estatuto da Pessoa com Deficiência fica estipulado também a obrigatoriedade de edifícios públicos ou privados (antigos ou novos) a se adaptarem para garantir a acessibilidade das pessoas com mobilidade reduzida sem gerar cobranças adicionais a essas pessoas. Para mais detalhes sobre as especificidades da lei, acesse.   É importante ainda ressaltar que, por determinação legal, os condomínios deverão eliminar barreiras, entraves ou qualquer outro obstáculo arquitetônico que impeça o acesso ao seu destino. Isso significa que todas as adaptações e aparatos deverão seguir normas técnicas (ABNT NBR 9050/2015) para que estejam funcionando corretamente e com segurança para os usuários. 

    Como planejar e organizar as vagas de estacionamento reservadas à pessoa com deficiência

    Agora que você já sabe um pouco mais sobre o Estatuto da Pessoa com Deficiência, vamos te ajudar a planejar e a organizar as vagas e estacionamento reservadas às pessoas com deficiência no seu condomínio. A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou proposta que reserva 1% das vagas nos estacionamentos de uso comum em condomínios residenciais e comerciais para veículos que transportem pessoas com deficiência que apresentem dificuldade de locomoção. Entenda mais neste artigo.   

    Como organizar e sinalizar as vagas de estacionamento

    O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) estipulou alguns parâmetros a serem seguidos a respeito dos critérios de tamanho e sinalização para garantir que a pessoa com deficiência consiga se locomover , entrar e sair do veículo com segurança e autonomia.  De acordo com o manual, a vaga deve ter uma medida de 2,5 m x 5 m, e ao seu lado, deve haver uma faixa branca pintada – que pode ser compartilhada com duas vagas – para o embarque e desembarque, com largura de 1,20 m e comprimento igual ao da vaga. Quanto à sinalização das vagas, na parte interna da vaga deve haver uma pintura no chão com o símbolo internacional de acesso, com medidas de 1,20 m x 1,20 m, além disso, também é preciso enumerar as vagas reservadas, pintando na cor branca o número de identificação sobre um retângulo azul. Já a sinalização vertical precisa ser feita da seguinte forma: uma placa para cada vaga a uma altura mínima de 2,10 m e máxima de 2,50 m. As placas podem ser fixadas em postes ou diretamente nas paredes e no teto e devem contemplar as seguintes informações: ‘estacionamento regulamentado’ acrescido do ‘símbolo de deficiente físico’ e informações complementares com os dizeres ‘exclusivo deficiente físico’, ‘obrigatório cartão deficiente físico, ‘número de vagas’ e ‘ângulo’, quando for o caso.  Confira o manual completo com todas as informações necessárias aqui.   

    Quem tem direito às vagas reservadas aos deficientes

    Para ter o direito de utilizar as vagas reservadas, é preciso ter uma credencial que é exigida por lei. Cada cidade tem seus procedimentos para obter o Cartão de Estacionamento para Pessoas com Deficiência, então, é importante informar-se antes de ir atrás. Mas, basicamente, as pessoas com deficiência poderão solicitar sua credencial na prefeitura ou departamento de trânsito.  Não é cobrado nenhuma taxa e o tempo de espera pode chegar a 30 dias. Em algumas cidades a solicitação pode ser feita via internet.

    Fonte: Falando de Condomínio

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