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    TEM SEMPRE UM EVENTO ACONTECENDO NA ÁREA DE CONDOMÍNIOS E AQUI VOCÊ FICA POR DENTRO DE TODOS

    Condomínio pós pandemia: coworking no condomínio

    O coworking no condomínio deve ganhar força no período pós-pandemia. A estimativa do mercado imobiliário faz bastante sentido, porque passamos a viver bastante tempo em casa. O lar virou também o ambiente de trabalho, motivo pelo qual alguns condôminos já procuram formas de otimizar o home office em condomínio.

    Pensando no trabalho à distância e nos espaços comuns ociosos em muitos condomínios, algumas perguntas vêm à tona.

    Qual o passo a passo para transformar uma área comum do condomínio em espaço de coworking? Quais os benefícios disso e quais os cuidados que devem ser tomados?

    Confira!


    Coworking no condomínio

    Coworking é um escritório compartilhado por pessoas que o utilizam para trabalhar (ou estudar). Com estações de trabalho individuais ou coletivas, salas individuais e de reunião, a ideia é simplificar o espaço de trabalho.

    Em outras palavras, o usuário paga uma taxa mensal, mas o custo de manutenção com equipamentos, energia, internet e outras facilidades fica por conta do espaço.

    Quando trazemos essa realidade para o condomínio, é preciso ter alguns cuidados. Principalmente nos condomínios residenciais. Ficaria caracterizado uso “comercial” do condomínio? 

    A princípio, especialistas entendem que se o uso se destinar somente aos moradores e não envolver clientes no espaço, não haveria proibições. A ideia é não colocar em risco a segurança dos demais usuários do condomínio.

    Porém, seria preciso obedecer a algumas regras simples:

    Respeitar os limites dos colegas, pois os diferentes tipos de personalidade conviverão em um mesmo espaço;

    Fazer silêncio no espaço, utilizando fones de ouvido em reuniões ou para ouvir música;

    Manter o espaço de trabalho limpo e organizado, bem como a cozinha, se houver;

    Respeitar as regras de uso do coworking no condomínio.


    Transformando áreas comuns em coworking

    O coworking no condomínio já está previsto em empreendimentos novos, que trazem o conceito desde sua elaboração. Assim, os regulamentos internos já trazem as regras para uso desses espaços comuns. 

    Em condomínios antigos, a atividade pode passar a integrar a rotina, desde que exista uma assembleia de condôminos. Ela será responsável por transformar as áreas comuns ociosas em coworking. 

    Seria necessária aprovação de 2/3 dos condôminos conforme artigo 1.342 do Código Civil:

    “A realização de obras, em partes comuns, em acréscimo às já existentes, a fim de lhes facilitar ou aumentar a utilização, depende da aprovação de dois terços dos votos dos condôminos”.

    Após aprovação, o home office no condomínio, no espaço de coworking já poderá ser implementado. E os usuários poderão usufruir de benefícios diversos com essa atividade.
     


    Benefícios do coworking no condomínio

    O coworking no condomínio pode trazer muitos benefícios para seus usuários, desde que respeitem as regras. A ideia é aliar a comodidade e a qualidade de vida do trabalho remoto.

    O primeiro benefício é contar com uma infraestrutura completa de trabalho mesmo em casa. Muitas pessoas não têm condições de ter uma boa estrutura no lar (e às vezes nem no escritório).

    E uma característica do coworking no condomínio é oferecer essa infraestrutura para seus usuários. Salas de trabalho e reunião, cafeteira, geladeira e outros equipamentos fazem parte desse espaço.

    Outro benefício é construir uma rede de contatos. Uma das grandes características de um coworking é promover o networking. Várias pessoas de diferentes ocupações estão em um mesmo local e podem trocar experiências valiosas.

    Mesmo que um condômino pertença à engenharia, pode ter um colega designer que vai revolucionar sua entrega final ao cliente.

    Por fim, uma trinca de benefícios desejados por todos os profissionais: conforto, flexibilidade e economia. 

    O condômino que não precisa sair de casa economiza com transporte, alimentação e, em alguns casos, estacionamento. Além disso, o espaço do coworking no condomínio costuma ser confortável e ergonômico.

    E a flexibilidade da rotina, mesmo para aqueles que precisam trabalhar em horários definidos, é uma delícia. Já pensou almoçar em casa em plena terça-feira? O coworking no condomínio é uma possibilidade já adotada em novos empreendimentos, mas também pode ser implementada em edificações existentes. Basta uma aprovação por ⅔ dos condôminos modificando o uso das áreas comuns.

    Fonte: Tudo Condo

    Manutenção preventiva em tubulações evita prejuízos em condomínios

    Em meio à pandemia do novo coronavírus, um dos problemas que é pouco exposto, mas muito presente é o entupimento das tubulações e redes de esgoto. Por incrível que pareça, a qualidade de vida das pessoas e a rotina de empresas são diretamente afetadas por conta disso.

    A priori, há o fato de que a população ficou por muito tempo em quarentena. Nesse sentido, o tempo de utilização das cozinhas e dos banheiros residenciais aumentou exacerbadamente.

    Com isso, sem a conscientização devida em relação aos cuidados com as tubulações, cresceram também os casos de entupimento emergencial durante o período de isolamento. Isso ocorre em casas, prédios e condomínios com muita frequência.

    Do mesmo modo, mas sem relação com a pandemia em si, indústrias e empresas também não estão livres desse tipo de incidente. Ambientes nos quais o volume de pessoas é constante, como por exemplo: banheiros, cozinhas e refeitórios desses empreendimentos, as chances de acumular dejetos e substâncias nos encanamentos é muito mais alta.

    Para solucionar episódios inconvenientes, é de extrema importância que se faça a manutenção preventiva das tubulações. A atuação da Desentupidora Sanemix é a mais fortalecida no segmento, com reconhecimento de melhor empresa de sanitização da América Latina.

    A regularidade dessa higienização evita alagamentos ou surpresas indesejadas em momentos totalmente inoportunos para comércios e indústrias.

    A prevenção impede, por exemplo, que um entupimento trave a rotina de serviço de uma empresa para que isso seja consertado ou então passe uma imagem negativa para os clientes.

    Situações de mau cheiro ou transbordo podem gerar extremo incômodo em todos os presentes. De acordo com a Desentupidora Sanemix, já houve casos entre clientes atendidos de pessoas usarem ocorridos pontuais como esses para fazer reclamações e, assim, acabar prejudicando a reputação do local.

    Dessa forma, de tantas obrigações que uma corporação tem, há a de adotar medidas preventivas para os canos e caixas de esgoto regulares. O ideal é contratar uma empresa tal qual a Desentupidora Sanemix para efetivar esse procedimento de maneira periódica, afastando qualquer problema do tipo.


    Manutenção é “regra” para condomínios

    A manutenção preventiva também é altamente recomendada para condomínios residenciais. Afinal, nem todos os moradores têm a mesma consciência de evitar jogar detritos pelo ralo ou no vaso sanitário.

    De acordo com a Desentupidora Sanemix, em seus atendimentos já foi encontrado de tudo um pouco nas tubulações: desde acúmulo de papel higiênico e óleo de cozinha, o que infelizmente é algo ‘normal’ de ocorrer até garrafas PET e outros plásticos.

    Isso tudo ocasiona o entupimento e mau funcionamento das tubulações. Além disso, no caso de um prédio, em vez de afetar somente o apartamento responsável, compromete toda a estrutura de tubulações.

    Quando isso acontece, segundo a Desentupidora Sanemix, o prejuízo é tão intenso que surge a necessidade de fazer uma raspagem nas tubulações do último andar do prédio até chegar à rua. Ou seja, o custo é alto e compatível com a complexidade da mão de obra.


    O prejuízo nas indústrias

    Nas indústrias as tubulações por onde passam produtos de matéria-prima utilizada em suas atividades podem apresentar entupimento.

    Desse modo também recomenda-se realizar a manutenção preventiva para evitar o acúmulo de substâncias nas paredes dos tubos. Mesmo que não sejam detritos, causa intensa obstrução.

    Fazer isso, de acordo com a Desentupidora Sanemix, evita um grande prejuízo na linha de produção. Afinal, esperar a manutenção ser finalizada pode incorrer em setores inteiros paralisados e, consequentemente, em danos financeiros.


    Processo e periodicidade

    Nos condomínios e prédios residenciais, o processo de manutenção preventiva envolve a limpeza dos ramais dos apartamentos, as caixas de gordura e de esgoto, além do poço de recalque.

    Para o ramo industrial, as ações mais utilizadas são hidrojateamento e a raspagem com sonda elétrica. Já para bares e restaurantes, o convencional engloba também o hidrojateamento, a máquina de limpa fossa que suga a caixa de gordura, além da raspagem.

    Quanto à periodicidade, recomenda-se a manutenção completa das tubulações a cada seis meses. Esse espaço de tempo é ideal para que os encanamentos continuem a funcionar eficientemente sem apresentar problemas relacionados a entupimento.


    Pacote preventivo

    Condomínios e indústrias que planejam investir em manutenção preventiva de tubulações devem contar com ajuda especializada.

    Uma estratégia de mercado bastante utilizada atualmente é o pacote de serviços com adicional de seguro. Ou seja, a empresa contratada oferece as ações efetivas e oferece um acompanhamento em caso de urgências.

    É o que propõe a Desentupidora Sanemix para seus clientes. Ela cria um escopo de atendimento de acordo com a necessidade do cliente. E além de realizar todo o processo de prevenção, a empresa disponibiliza um seguro emergencial para casos posteriores de entupimento. Nesse caso, a equipe é acionada e comparecer no local prontamente para solucionar o problema.

    De acordo com a Desentupidora Sanemix, apostar no pacote preventivo é muito menos pesado ao bolso do cliente.

    Isso porque chamados de emergência, sem ter havido a manutenção devida anterior, costumam apresentar casos bem críticos nas tubulações e por isso o preço é bem mais alto. Ademais, não há cobranças para esse pronto-atendimento, pois está incluída na garantia.

    Quando o assunto é condomínio residencial, geralmente investe-se em combos de saneamento completo. Isto é, contratos com diversos serviços que garantem a segurança e limpeza completa do espaço.

    O comum é agregar a manutenção preventiva das tubulações, o controle de pragas com aplicação trimestral ou mensal e mais a limpeza dos reservatórios de água.

    Esse mix de atendimentos requisita um pagamento único por mês, facilitando a vida tanto da administradora quanto dos condôminos.

    Em suma, há saídas para todas as necessidades. O contraindicado é não escolher nenhuma delas para o comércio, a indústria ou complexo de apartamentos. O investimento em prevenção traz benefícios duradouros em qualquer caso.


    Fonte: Viva o condomínio

    Manutenção de portão automático: é a hora de fazer?

    A manutenção de portões automáticos é um assunto que normalmente só é tratado no pior momento possível: quando o portão para de funcionar. A comodidade do acionamento automático faz com que haja uma despreocupação excessiva, que em muitos casos pode realmente culminar com uma pane completa.

    A seguir veremos alguns pontos que podem ser observados periodicamente, em residências ou condomínios que contém com portões motorizados.

    Não force o motor

    Uma parte significativa dos problemas que ocorrem com portões automáticos diz respeito a um esforço excessivo realizado pelo motor, que pode decorrer de uma série de fatores. Primeiramente, o sistema de movimentação do portão, seja ele basculante, deslizante ou até mesmo pivotante (menos comum), deve estar sempre bem lubrificado. Lubrificação inadequada do sistema de movimentação pode culminar na necessidade de um maior esforço em sua abertura, o que pode resultar em uma falha.

    Recomenda-se que periodicamente o motor seja desligado e liberado para acionamento manual. Assim, é mais fácil avaliar o esforço necessário para que seja aberto e fechado.

    Se o portão for deslizante, é uma ótima oportunidade para conferir se está bem alinhado no trilho, se as rodas estão funcionando adequadamente (às vezes pode ser necessária a troca de rolamentos além da lubrificação), e se o portão trava ou desliza com maior dificuldade em qualquer trecho do percurso.

    No caso de um portão basculante, o acionamento manual permite avaliar, além da adequada lubrificação, o correto balanceamento do portão. Um portão basculante que não esteja adequadamente balanceado está mais propenso a falhas e defeitos recorrentes.

    Os portões pivotantes, que abrem de forma parecida a uma porta, são menos recomendados para condomínios que façam uso excessivo dos portões, pois o uso constante tende a tirar esse tipo de portão do seu prumo, dificultando a abertura e podendo resultar em falha.

    Teste do curso

    Observe se os sensores ou a programação de curso da abertura do portão estão adequados. Normalmente, os portões contam com sensores que indicam quando o portão terminou de abrir ou fechar. A duração do curso também pode ser programada durante a instalação do portão.

    Se existe algum problema com os sensores de curso ou com a programação do portão, ele pode continuar fazendo um esforço desnecessário e excessivo, mesmo depois que o portão não esteja mais se movimentando. É importante observar se a duração do acionamento do motor está adequada ao movimento necessário e, caso não esteja, uma manutenção deve ser realizada.

    Conheça as especificações

    Conhecer as especificações do motor de seu portão é fundamental, e muitos condomínios ignoram por completo essa importante informação. Cada motor tem uma potência que o torna adequado para certos pesos de portões, e uma durabilidade que permitirá certo número de aberturas e fechamentos em sua vida útil.

    Acompanhar esse ciclo de vida do motor e realizar estimativas que apontem quanto tempo o portão pode operar antes que seja necessária uma manutenção, é uma forma de mantê-lo funcionando por mais tempo.

    Fonte: Ohub

    Confira os tipos de garantias de locação

    Quando se trata de locação, querer não é poder. O futuro inquilino precisa comprovar ao proprietário do imóvel que conseguirá pagar os aluguéis em dia. Geralmente o contrato é de um ano, com previsão de multa caso seja quebrado antes do tempo por uma das partes. Abaixo, os principais tipos de garantias que o locatário pode apresentar.

    Fiador

    A mais antiga e popular forma de garantia: é uma pessoa capaz (com condição financeira comprovada) de assumir as obrigações, caso o aluguel não seja pago. O fiador entra no contrato geralmente colocando como garantia um imóvel próprio. E a renda mensal dele precisa ser de três vezes ou mais o valor mensal do aluguel.

    Embora o locatário possa colocar qualquer pessoa como fiador, dificilmente alguém que não é da família aceita tamanha responsabilidade. Afinal, se nenhum dos dois honrarem os pagamentos, o imóvel do fiador é penhorado.

    Caução

    É o pagamento antecipado de um valor, geralmente o montante relativo a três meses de aluguel. Segundo o Procon-SP, o correto é que a quantia seja depositada em caderneta de poupança e restituída ao locatário ao término da locação, acrescida de juros e correção monetária do período. Se houver algum débito pendente, o locador poderá descontar do valor a ser restituído.

    Também é possível listar bens do locatário em garantia, como carro ou outro imóvel. Caso isso ocorra, é necessário registrar no Cartório de Títulos e Documentos ou de Imóveis que o bem está comprometido naquele período.

    Seguro fiança

    Forma pouco usada, consiste na compra de uma apólice de seguro, igual a de carro. A pessoa paga (o montante vai depender do tipo de cobertura, quantos aluguéis cobre e o valor deles) e garante ao proprietário o recebimento em dia dos alugueis, caso deixe de pagar.

    Esse tipo de garantia costuma ser o último recurso do locatário, já que, além do aluguel, ele terá mais um custo mensal com as parcelas do seguro.

    Fonte: Revista Zap Imóveis

    Como vencer o desperdício em condomínio?

    O desperdício é um dos grandes vilões da administração, seja pública, de empresa ou de condomínio. É resultado da má gestão, falta de planejamento, uso de recursos materiais, naturais e até mesmo humanos acima do necessário. Mas é possível rever as condutas administrativas, assim como as culturais (relacionada aos moradores) para melhor aproveitar a verba proveniente das cotas, em um gerenciamento economicamente e ambientalmente sustentável. E é no começo do ano o período ideal para adequar ações e rotinas.

    O administrador e professor da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), Alexandre de Sá Oliveira, ensina que o síndico pode espelhar sua atuação em boas práticas desenvolvidas em empresas. “Administração é uma prática genérica, se aplica para tomar decisões sobre as melhores maneiras de alocar recursos para um determinado fim, vale para empresa, setor público ou condominial”, explica.

    Como qualquer administrador, o síndico deve ter como meta reduzir custos, sem diminuir a qualidade. Para adquirir algum produto ou serviço, geralmente as convenções preveem a necessidade de fazer três orçamentos. Mas, segundo Oliveira, isso não significa que deve-se escolher inexoravelmente o mais barato, pois, caso não haja qualidade, pode ser necessário retrabalho, o que sai mais caro.

    “Às vezes, a melhor opção é a de valor intermediário, por aliar custo-benefício”, ressalta Oliveira. Nesses casos, o professor orienta ao síndico pedir apoio do conselho fiscal para avaliação e, assim, evitar questionamentos. Nos grandes investimentos, que geralmente exigem assembleia, o desafio do gestor condominial é esclarecer aos condôminos sobre a necessidade de considerar os dois quesitos.
    Uma gestão eficiente de recursos humanos contribui para a economia do condomínio. Nesse sentido, a escolha de modelos de contratação conforme a necessidade também faz a diferença. “Caso os salões de festas forem muito usados em um prédio, pode-se contratar uma funcionaria intermitente para trabalhar apenas aos fins de semana, possibilidade advinda da reforma da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)”, exemplifica Oliveira.

    Conforme o presidente da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic), José Roberto Graicche Júnior, os gastos com mão de obra representam até 60% do orçamento. Para enxugar esses custos, “é importante ter uma escala de trabalho bem organizada para evitar horas-extras desnecessárias”, recomenda o advogado.

    Manutenção e revisão de contratos

    A manutenção do espaço e equipamentos é um dos itens que mais mexem na variação do orçamento. “Uma boa manutenção preventiva evita a necessidade de intervenções profundas e de maior desembolso”, esclarece a engenheira civil e professora do curso de Arquitetura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Lisiane Ilha Librelotto. Ela adverte que o serviço deve ser sempre acompanhado por profissionais capacitados e credenciados junto aos órgãos competentes

    Entre as ações preventivas, de acordo com Librelotto, estão atividades de limpeza, repintura, inspeção de tubulações, acompanhamento do consumo de água e energia. Elevadores e bombas também merecem atenção. Para aliar a sustentabilidade econômica com a ambiental, “sempre que possível, deve-se optar por materiais de menor impacto ambiental (mais naturais), com menos energia incorporada e menor emissão de CO2 no processo de fabricação”, orienta a professora.

    No geral, é importante o síndico fazer pelo menos uma vez por ano uma revisão de orçamento para detectar e eliminar gastos supérfluos e conferir se os contratos estão adequados ao valor de mercado. O presidente da Aabic observa que nos últimos tempos os condomínios passaram a “se preocupar mais em ter um maior controle das contas para evitar uma taxa condominial muito alta, pois interfere no valor de mercado do imóvel e nas condições de negócios das locações”. Assim, além da guerra contra o desperdício poder gerar uma sobra para reverter em melhorias ao prédio, também colabora para manter o equilíbrio nas quotas.

    Apoiar-se em assessorias reduz custos

    Ao buscarem uma gestão sem desperdícios, há muitos síndicos que se perdem e acabam por gerar o efeito oposto. É o que diz o advogado de São Paulo especializado na área condominial Alexandre Callé. Isso ocorre quando optam por economizar sem levar em conta a responsabilidade técnica necessária (muitas vezes, obrigatórias) para execução de atividades ou serviços em condomínios, decisão tomada muitas vezes sob pressão dos condôminos que desejam taxas mais baixas, mas não entendem a responsabilidade de administrar um prédio.

    “Um condomínio precisa da assessoria de engenheiro, contador, advogado e até de um RH (recursos humanos), caso tenha muitos funcionários. O síndico não pode dar uma de super-herói, querer fazer tudo, mas se valer de bons profissionais. Caso contrário, o barato sai caro”, avalia Callé, que é palestrante e articulista em jornais da área.

    Segundo Callé, um contador contribui na conferência do recolhimento de impostos, pois atrasos podem resultar em dívidas enormes. Na questão jurídica, o condomínio precisa ser bem assessorado, existem os quóruns qualificados (exemplo: obras voluptuárias), que muitas pessoas e síndicos têm dificuldade de compreender. Assinaturas de contratos de grandes montas financeiras, como modernização de fachada, precisam de um apoio para verificação do contrato e idoneidade da empresa. Esses cuidados podem evitar prejuízos.

    O advogado recorda do caso de um condomínio ao qual a poda drástica de 13 árvores, por descuido, resultou em uma multa de R$ 130 mil. “O síndico pediu para o ‘seu Zé’ fazer o serviço e não deu certo. Se tivesse contratado um engenheiro ambiental, este saberia da necessidade de homologar o projeto na prefeitura e o quanto das plantas poderia ser podado”, ressalta Callé.

    Enxugar os estoques mantém mais dinheiro em caixa

    Outro ensinamento da área empresarial que cabe trazer para o meio condominial é o conceito de manufatura enxuta, filosofia japonesa criada para eliminar desperdícios. Muito aplicada em logística, pode contribuir para economia relacionada à aquisição de produtos e operacionalização de estoque em condomínios.

    O professor de Logística e Gestão de Materiais do curso de administração empresarial da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Felipe Gontijo, observa que comprar grandes quantidades de produtos não vale a pena, salvo se houver desconto. “O dinheiro gasto poderia ser utilizado de outras formas ou ser mantido em caixa, o que é importante para casos de emergência”, observa.

    Pela manufatura enxuta, ter um grande estoque é um problema porque o material pode se perder no caminho ou, devido à abundância, pode ser utilizado de forma indiscriminada. Assim, deve-se levar em conta a frequência de uso e a disponibilidade do produto no mercado para planejar a quantidade a ser comprada. Material de limpeza, por exemplo, é algo de fácil acesso, por isso não precisa de grande estoque. Caso falte, pode-se encontrar do mercado à distribuidora.

    Situação clássica de desperdício está relacionada às obras. Segundo o professor da Udesc, geralmente a compra é má dimensionada. Para evitar as sobras, é importante que o engenheiro civil ou arquiteto faça um gerenciamento do fluxo da obra. Não deve comprar tudo de uma vez. “Se ainda está na fase do fundamento, não precisa comprar as telhas”, observa.

    Conforme Gontijo, a melhor estratégia é ter um bom fornecedor. Desse modo, se transfere o esforço gerencial do estoque para a empresa. “O condomínio pode manter a fidelidade e, como moeda de troca, pedir desconto e ter garantia de disposição maior de produto em caso de imprevisto”, comenta.

    Gargalo por conta da inadimplência

    Uma fonte perigosa de desperdício é a inadimplência. Além de sobrecarregar quem paga as contas em dia, caso não haja a cobrança em cinco anos, cai na prescrição, ou seja, perde-se o direito de exigir o pagamento. Nessa situação, o síndico pode ser responsabilizado.

    Segundo o presidente da Comissão de Direito Imobiliário da Ordem dos Advogados do Brasil de Minas Gerais (OAB-MG) e vice-presidente da Comissão Especial de Direito Imobiliário da OAB Federal, Kênio de Souza Pereira, não são poucos os casos de grandes prejuízos, para mais de R$ 100 mil, por conta da prescrição. “Acaba que os apartamentos são desvalorizados em razão de quotas de condomínio elevadas, que poderiam ser menores, caso a inadimplência fosse combatida de forma técnica”, afirma Pereira.

    Para vencer a inadimplência, o representante da OAB orienta a atualização das convenções. Conforme Pereira, mais de 90% delas seguem regras ultrapassadas, com juro de 1% ao mês e multa moratória de 2%, penalidades considerada por ele irrisórias.

    Ao elaborar uma nova convenção, é importante contar com o apoio de um profissional da área jurídica. “É ignorado pela maioria da população que os Tribunais de Justiça Estaduais e o Superior Tribunal de Justiça confirmaram ser legal a cobrança de juros de até 10% ao mês no caso do atraso da quota de condomínio e que diante da inadimplência contumaz é possível que o devedor seja punido com a multa de 500% do valor da quota, graduada conforme a convenção, com base no artigo 1.337 CC”, revela Pereira.

    Economia de recursos beneficia contas e meio ambiente

    O dinheiro vai pelo ralo nos condomínios também com contas altas de luz e água. Nesse caso, o desperdício, além de mexer com o bolso dos condôminos, gera impactos à natureza e prejudica o futuro das novas gerações. Aqui a solução requer um modelo de gestão comprometida com a sustentabilidade econômica e ambiental.

    A professora do curso de Arquitetura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Lisiane Librelotto observa que o problema do desperdício de recursos naturais se manifesta em toda a sociedade, mas nos condomínios assume maior peso por ser o local de moradia de grande número de pessoas. Segundo ela, o modo de consumo (devido ou exagerado) é proporcional ao grau de envolvimento e conscientização dos condôminos. “O desperdício de recursos em condomínios compreende o que usualmente se desperdiça nos lares brasileiros, acrescido de problemas de gestão da água, da energia, de manutenções, de resíduos, de bens de consumo direto e de bens móveis”, avalia Librelotto.

    O uso desnecessário de energia elétrica (que influencia diretamente na água, por ser proveniente de hidrelétrica) pode ser gerado por diversos fatores, como duplicidade de chamadas nos elevadores e utilização de lâmpadas comuns nas áreas externas (ao invés de led). Entre as medidas que podem reduzir o consumo estão: sensores de presença, elevadores inteligentes, geração de energia própria (painéis fotovoltaicos e energia eólica), vidros eficientes para regulagem da entrada de luz, além de coberturas com jardins, fachadas ventiladas e isoladas termicamente.

    Em relação à água, o desperdício, para além do consumo inconsciente por parte dos moradores e funcionários, pode estar associado a vazamentos em tubulações, torneiras e válvulas de fluxo (em edificações mais antigas). Na busca por economia, “a inspeção para detecção de vazamentos, uso de caixas de descargas com botões separadores por uso, medidor de água individual para a unidade habitacional, captação e aproveitamento da água da chuva para lavagem de áreas comuns, são estratégias que podem ser utilizadas”, aponta a professora.

    Fonte: CondomínoSC

    7 dicas fundamentais para a boa administração do condomínio

    Geralmente, a administração de condomínios não é tão simples: atividades operacionais, gerenciamento de colaboradores, muitos itens de manutenção, contabilidade e administração. Devido a tantos afazeres, o síndico deve estar sempre disposto a oferecer um ótimo relacionamento, tentando proporcionar o bem-estar entre os seus condôminos.

    As 7 dicas são:

    Tenha paciência

    A paciência é essencial para todas as áreas da vida, especialmente para realizar tarefas que envolvam as necessidades e opiniões de terceiros. Essa tranquilidade refere-se a prestar os serviços com ética, sendo firme e justo nas decisões, visando aquilo que é o melhor para o coletivo e para a gestão. Por isso, é fundamental sempre procurar soluções antes de achar culpados, principalmente em casos graves.

    Outra dica, é comunicar sempre sobre as regras do condomínio para seus moradores. Então, mantenha sempre o equilíbrio e a serenidade para discutir com os condôminos sobre tudo o que está certo e o que está errado — quantas vezes for preciso.

    Organize o seu setor administrativo

    Gerir finanças é algo trabalhoso, principalmente quando você administra o setor financeiro de outras pessoas. Por essa razão, é necessário estar regularizado, isto é, em dia com as finanças. Logo, deve-se acertar as seguintes pautas:

    • Salário dos funcionários;

    • Contas de água e luz;

    • Impostos e taxas;

    • Fornecedores.

    Além disso, o gestor deve se preocupar com as questões administrativas, como:

    • Expedir boletos bancários das taxas de condomínio;

    • Redigir as atas e circulares para o registro de todas as decisões e acontecimentos do condomínio;

    • Representar o condomínio constantemente nos órgãos trabalhistas e públicos sempre que solicitado;

    • Treinar e selecionar colaboradores para o bom cumprimento das atividades.

    Contrate serviços para manutenção predial

    Os setores comuns do prédio têm um acervo de detalhes a serem considerados. Por isso, o síndico precisa de muita atenção no instante da contratação de serviços para preservar esses espaços em ótimas condições, devendo seguir as seguintes premissas:

    • Acompanhar a execução de obras realizadas;

    • Treinar os funcionários para trabalhos de manutenção e uso de equipamentos de segurança;

    • Cotar empresas especializadas para serviços de manutenção.

    No caso das obras, requisite que a empreiteira identifique seus colaboradores antes do início das ações. Por fim, exija que cada profissional utilize identificação com foto e avise aos porteiros que permitam a entrada apenas pessoas identificadas para a segurança dos condôminos.

    Conte com uma boa assistência jurídica e contábil

    O condomínio deve contar com o respaldo de um contador e de um advogado para que o gestor evite quaisquer impasses relacionados à área jurídica quando for representar o prédio.

    Da mesma maneira, a assistência jurídica é essencial para recolher, de modo justo, os encargos sociais como contribuição sindical, PIS, INSS e FGTS, auxiliando também na prestação das guias do RAIS e CAGED para o Ministério do Trabalho e para a Receita Federal.

    Preste contas

    É obrigação do administrador prestar todas as contas do prédio. Essa ação deve ser periódica e obrigatória. Dessa forma, o síndico deve agir com transparência e organização para com os moradores. Portanto, é seu dever trabalhar da seguinte forma:

    • Propor soluções para acabar com a inadimplência;

    • Fazer um caixa emergencial ou fundo de reservas, nunca o deixando no vermelho;

    • Solicitar sempre Nota Fiscal ou recibo, em casos de contratar uma prestadora de serviços ou comprar qualquer coisa;

    • Realizar pelo menos 3 tipos de orçamentos antes de contratar algum tipo de serviço.

    Seja focado

    Caso você seja síndico, tenha orgulho de sua função. Trata-se de um papel repleto de obstáculos, encarregado pelo patrimônio de diversas pessoas e bem-estar de todos os moradores. Ele é o responsável por gerenciar os negócios, resolver problemas internos e garantir a manutenção adequada das propriedades para que se mantenham bem valorizadas.

    Geralmente, o síndico de um patrimônio pode desempenhar alguns tipos de deveres, incluindo:

    • Representar a propriedade para fins legais;

    • Gerenciar os negócios e despesas do patrimônio;

    • Entrar em contato com as instituições governamentais;

    • Emitir notificações;

    • Participar de tarefas relacionadas a impostos;

    • Distribuir ativos.

    Melhore a comunicação

    O gestor precisa reunir muitas vozes em uma única voz comunitária decisiva. Como gerente, é de sua responsabilidade fazer a ligação entre várias partes envolvidas, incluindo proprietários de unidades, locatários, entidades legais, escritórios imobiliários entre outros.

    Cabe ao gestor, certificar-se de que todos recebam as informações necessárias da forma mais eficiente possível.

    Fonte: CheckListFacil Blog

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